O que aprendemos no PackCast com a Visionflex Rótulos?

Saiba como foi a nossa entrevista com um dos sócios da Visionflex Rótulos e Etiquetas

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Recentemente, abrimos a segunda temporada do nosso podcast. Mantendo o protocolo, aproveitamos o vídeo para o formato webcast em nosso canal do YouTube (convidamos a todos para se inscreverem em ambos, links ao longo da postagem.

A terceira entrevista foi com uma convertedora de rótulos e etiquetas do chamado “middle market” – a Visionflex Rótulos, localizada na cidade de São Paulo/SP, na pessoa de seu sócio-diretor, Sérgio Boteselli.

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A convertedora tem crescido significativamente, chegando a converter pouco mais de 1 milhão de metros quadrados de material autoadesivo por mês, laminando inclusive uma parte destes materiais internamente.

Embora a laminação seja uma vantagem estratégica no âmbito do desenvolvimento de novos produtos (especialidades), Sérgio conta que em virtude da consolidação dos laminadores e o consequente ganho em escala destas empresas, a vantagem econômica da laminação têm diminuído a cada ano.

Falamos bastante sobre uma peculiaridade (das inúmeras que a empresa possui) da Visionflex – a sua criteriosa gestão financeira do negócio, que baliza todas as decisões, rotineiras e estratégicas da companhia. Nas palavras do Sérgio:

Não há margem para erros como quando iniciamos neste segmento e a questão financeira é primordial. Especialmente quando se está aumentando gradualmente a participação no setor de prime label, que implica em maiores custos fixos e onde as perdas são mais onerosas.

Sérgio boteselli

A empresa é líder absoluta no setor de etiquetas para aviação. Segundo Sérgio, a pandemia “desligou” temporariamente o setor e levará um tempo para que ele volte à carga. Todavia, é inegável que as etiquetas RFID devem, cedo ou tarde, chegar massivamente por aqui.

Empresas como a Avery e Grupo CCRR, embora forneçam materiais autoadesivos à cadeia, são importantes competidores no segmento de RFID, ainda que haja “respeito mútuo” no que se refere à Visionflex.

A Visionflex realizou investimentos em impressoras importadas Bobst (linha M), que alçaram a produtividade e o patamar de qualidade a outros níveis, permitindo o acesso a algumas contas globais.

Porém, a empresa também vê estrategicamente que o parque industrial precisa da mesma maneira de máquinas impressoras nacionais de alto padrão como as da Etirama e que o critério de alocação de serviços passa pela margem de contribuição: certas tiragens e produtos exigem uma hora-máquina mais econômica, enquanto outras comportam valores mais altos.

Ao fim, falamos sobre rentabilidade. A Visionflex entende que a rentabilidade a ser buscada deve ser sensivelmente mais alta, em face a todo o risco que o empresário do setor gráfico e convertedor se expõe. Uma tarefa árdua, mas com o devido esforço e preocupação com os custos, é factível.

A Visionflex é mais um cliente no rol de empresas atendidas em consultoria e treinamentos pela ProjetoPack.

Leia mais em nosso site:
Visionflex recebe treinamento In-Company da ProjetoPack

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