ExpoPrint 2022: valeu a pena?

A ExpoPrint 2022 veio quebrar o jejum de eventos gráficos em âmbito nacional

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pavilhão expoprint

Bem, antes de mais nada – o bom e velho “disclaimer” (ressalva, no bom português): todos nós ansiavam pelo retorno dos eventos presenciais, depois de tanto tempo afastados pela pandemia da Covid-19. E, portanto, havia muita energia nos corredores do evento, com abraços, apertos de mão acalorados entre velhos amigos que não se viam desde 2019, período em que eventos simplesmente minguaram.

Como todo evento, há os que amam e outros, nem tanto. Ainda pela manhã, postei no LinkedIn uma enquete simples, perguntando aos meus contatos que foram ao evento:

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pesquisa expoprint 2022

Me parece que, ao menos por ora, a opinião dos respondentes é bastante similar à minha: a Expoprint foi boa como um aquecimento dos tamborins depois da geladeira dos eventos, mas não foi pujante, sob o prisma do visitante que vos fala, com respeito ao tamanho, às inovações e a própria experiência: talvez a heterogeneidade dos setores que tentativamente buscou-se cobrir acabara criando um evento que era “vasto como um oceano, mas com um palmo de profundidade”.

expoprint 2022

Um bom exemplo é a ConverExpo, com estandes que efetivamente não arranham a superfície do setor de conversão de embalagens e rótulos (e o principal ramo gráfico em crescimento na atualidade), assim como o fazem a Feiplastic (agora Inovaplastic), Flexo&Labels e a própria Interplast, que ocorria na mesma semana da ExpoPrint.

Ainda assim, alguns expoentes como a gigante DuPont, Laserflex, MarkAndy, Reinaflex e uma miríade de fabricantes de tintas com portfólios abrangentes o suficiente para cobrir o público central da exposição – gráficas offset e de comunicação visual – puderam trazer um vislumbre aos visitantes de que residem oportunidades de negócios interessantes no lado da conversão.

Mas, honestamente, eu saí preocupado. Conversei com mais dois gerentes da empresa que estiveram, em dias distintos, visitando o evento – e a impressão foi equânime: o evento estava razoavelmente bem frequentado, tinha bons expositores, mas apresentou algo “um tanto morno”. Seria uma fotografia fidedigna da indústria gráfica atual ou, de fato, o formato das feiras presenciais genéricas deve gradualmente mudar para eventos menores e de nicho (Ou algo híbrido)?

Não sabemos, mas a feira de maio deve dar uma boa pista para todos nós. E você, o que achou da feira? Compartilha com a gente a tua análise e opinião sobre o futuro dos eventos gráficos no Brasil e no mundo!

Post Scriptum importante: respondendo à pergunta do título, valeu a pena rever os amigos!

Leia mais em nosso blog:

Novidades da Kodak na ExpoPrint

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