Mercado de embalagens mono material pode chegar a USD 71 bi até 2025

A demanda por embalagens plásticas flexíveis mono material pode alcançar as 21,5 milhões de toneladas e receita de vendas na ordem de USD 58,9 bilhões até 2020.

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A demanda por embalagens plásticas flexíveis mono material pode alcançar as 21,5 milhões de toneladas e receita de vendas na ordem de USD 58,9 bilhões até 2020, de acordo com a recente pesquisa da consultoria Smithers intitulada “O Futuro das Embalagens Flexíveis Plásticas Mono Material até 2025”.

O relatório diz ainda que a demanda por mais soluções sustentáveis e que venham ao encontro das expectativas dos donos das marcas e dos consumidores devem acelerar a taxa de crescimento anual composta (CAGR) aos 3,8%, atingindo possivelmente a histórica marca de USD 70,9 bilhões em 2025, com 26,03 milhões de toneladas consumidas.

O principal vetor das embalagens mono material são a necessidade de se reciclar mais facilmente as estruturas de embalagens e a busca por se implementar modelos sustentáveis galgados na economia circular.

As estruturas multi material (laminados, principalmente) são geralmente difíceis de se reciclar por conta das diferentes camadas de filmes flexíveis, bem como a pouca estrutura tecnológica de alguns países (como é o caso do Brasil) para reciclagens complexas. Em comparação, estruturas mono material, construídas de um só tipo de polímero, são completamente recicláveis.

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O PE é o polímero mais amplamente utilizado como filme base para estruturas monomaterial, respondendo por mais de metade do consumo projetado mundialmente para 2020. Há, todavia, forte indício de uma gradual ampliação da oferta com grades de polipropileno e RCF (fibras celulósicas recicladas).

Este ano, na pauta especial de sustentabilidade da ProjetoPack em Revista, fizemos um envelope especial mono material, produzido com filmes de PET da fornecedora Terphane. O artigo principal tratou sobre os prós e os contras da adoção de estruturas mono material. Afinal, será que são apenas benefícios? Ou, como tudo, há sempre algum sutil efeito colateral?

Se você ficou curioso e quer ler o artigo, baixa o aplicativo e assina a revista nas lojas da Apple e Google. A edição está lá, na íntegra.

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E conta pra gente: o que acha deste mercado? Conhece alguma embalagem que saiu de uma estrutura laminada para mono material? Compartilhe conosco 🙂


Publicado por:

Aislan Baer Fundador e CEO da ProjetoPack & Associados; Co-fundador da Inovagraf; Especialista em impressão e embalagens.

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