Demanda por embalagens flexíveis aumenta durante a pandemia

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Mais uma boa notícia, caro leitor. Acho que vale compartilhar na sua rede um pouco de positividade, não?

As medidas de isolamento tomadas por vários governos mudaram diversos hábitos do consumo. Um deles, imediato, foi a redução drástica da alimentação fora do lar. Estamos tendo que cozinhar – ou pedir comida em casa. Na maioria das vezes e para a maior parte do público, “o que for mais barato”.

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Aumentou o volume de compra de comida processada. Em alguns casos, como massas para preparo no microondas, esse volume chegou a triplicar no período do covid19. Algumas indulgências – como biscoitos, snacks e chocolates – também cresceram bem em algumas regiões. É um prêmio de consolação por ficar trancado tanto tempo em casa assistindo Netflix, certo?

Nos EUA, o consumo de café subiu 50% e com ele, toda a produção das sofisticadas embalagens laminadas com ou sem vávulas especiais. Será que o aumento sem precedentes de trabalhadores em home office tem alguma ligação com todo esse café? 🙂

É evidente que, no que tange aos produtos para cuidados com o lar, não aumentamos só o consumo de álcool em gel. Toda a área de sanitizantes e detergentes está a plena carga. Agora as pessoas precisam lavar a roupa (diminuiu o serviço do tipo Lave e Pegue), a louça (que antes o restaurante lavava) e a casa com mais frequencia, para “descontaminar”.

Na Europa, o volume pode crescer 5% este ano. Nos EUA, algo próximo disso. Esperemos que o Brasil siga a mesma linha. Dedos cruzados aqui.

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