Comprando rótulos para vinho online

Fizemos um teste na plataforma (que certamente é um front end de um sistema web2print), criando um rótulo e um contra rótulo

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mcc direct rótulos de vinho

Um dos maiores convertedores de rótulos do mundo, a MCC – MultiColor Corporation – lançou recentemente seu serviço de “e-commerce para a compra de rótulos de vinho”, o MCC Label Direct, válido neste momento apenas nos Estados Unidos.

A ideia é vender tanto para clientes que já tem bom conhecimento sobre os rótulos que compram tradicionalmente dos seus fornecedores – e portanto, sem necessitar de suporte, já podem personalizar no site seu rótulo e escolher as características dos substratos, impressão e acabamento – como também clientes mais leigos no tema, que podem ser assistidos via chat.

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O lead time de entrega para qualquer pedido no site oscila entre 5 e 10 dias do instante da sua confirmação de pagamento até a entrega no endereço estipulado.

mcc direct
Tela do e-commerce da MCC Label Direct

Fizemos um teste na plataforma (que certamente é um front end de um sistema web2print), criando um rótulo e um contra rótulo, podendo escolher entre formatos pré-definidos e dimensões variadas, 7 substratos (incluindo papéis finos e filmes de BOPP metalizados), dois acabamentos gráficos (verniz brilho ou fosco), adesivo em função do tipo de rotulagem, sentido de embobinamento, dimensões da bobina e a arte – esta última, por nossa conta e em formato PDF.

Ao final, o cliente pode verificar nos dados do pedido um scale-up dos preços daquele orçamento, partindo de 100 rótulos até um milheiro. Todo o processo durou exatos 6 minutos.

Não há dúvida de que, para alguns nichos de mercado, estas plataformas de compra online com algum grau maior ou menor de personalização (o que inclui o uso de templates genéricos) deve ganhar cada vez mais espaço, especialmente se considerarmos o aumento exponencial de impressoras digitais entry level e industriais nos convertedores de rótulos e etiquetas do Brasil.

Gráficas rápidas e franquias de impressão já tem usado bastante esse modelo de negócios em impressos comerciais (do cartão de visita ao folheto), mas agora é hora das convertedoras começarem a investir mais pesadamente em outros canais de venda e sair do mundo convencional do produto gráfico para o famigerado “As a Service”.

Leia mais em nosso blog:

Solução 2 de 6 para um ano de crise

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